













Artur Dória é artista e pesquisador, Doutor em Artes pela UFPA (2022), mestre em Artes e graduado em Jornalismo pela UFC. Atua no campo da performance, investigando as relações entre corpo e cidade diante do colapso ecológico. Seus processos articulam o caminhar como prática performativa e a performance como método de pesquisa, integrados à escrita. Entre seus trabalhos destacam-se “Paisagens Caminhantes”, “Corpoentorno” e as séries “Os amigos que desconheço” e “Geografias para pisar descalço”. Também é poeta e escritor, autor de livros de poesia e contos, como “Trago de Passos Descalços” e “Túmulo de Vagalumes”.
Julia Goulart é multiartista e designer em formação pela UFPA. Especializada em collage, ilustração e animação analógica com ênfase em elementos amazônicos. Desenvolve pesquisa sobre corpos dissidentes na collage em campos analógicos e digitais, incorporando elementos da cultura regional paraense. Suas obras encontram na região Norte a referência para visualidades surreais, narrativas dos povos ribeirinhos e da população negra LGBT, utilizando-se de recortes, rasgos e materiais reciclados nessa construção imagética.
Juliana Lama é artista visual nascida no DF, de família manauara. Pesquisa dentro do ambiente das narrativas caboclas e originárias, suas relações com o sonho e a intimidade com bichos e entes, entre conhecimento e memória. É mestra em Artes Visuais pela UFBA, trabalha com pintura, processos alternativos em fotografia e intervenções urbanas como murais e lambe-lambe. Foi premiada pelo Transborda Brasília (2018), participou do Vulica Brasil (2025), integrou exposições no MAM-Salvador (BA), MUNCAB (BA) e MABE (PA).
Karina Martins vive e trabalha em Belém, atuando como fotógrafa, pesquisadora e produtora cultural. Desenvolve trabalhos em fotografia expandida, incluindo séries, instalações, vídeos e livros de artista. Sua produção transita entre o documental, o poético e o experimental. Pesquisa religiões afro-ameríndias e culturas populares do Pará em projetos de longa duração. Aborda memória, arquivo e patrimônio em poéticas visuais. Utiliza processos alternativos como cianotipia e fitotipia. Participa de exposições e festivais desde 2013, com premiações relevantes. Também atua em projetos colaborativos, curadoria e produção cultural.
Lucas Wilm é Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade da Amazônia (2013), e licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (2025). Desenvolve trabalhos que transitam entre arte digital, vídeo, desenho e experimentações com imagem e processos tecnológicos. Participou de exposições e festivais nacionais e internacionais, como Glitch Art BR (2023 e 2024), Fubar Festival (2024, Zagreb – Croácia), The Wrong Biennale (2025) e EmMeio (2024 e 2025, Brasília). Em 2026 realizou sua primeira mostra individual, essa exposição é um erro, em Marabá (PA). É membro da Associação de Artistas Visuais do Sul e Sudeste do Pará é cofundador do Coletivo Memória Viva.
Thay Petit é artista visual e doutora em antropologia social, com uma trajetória artística que vem se construindo a partir de 2015. Sua expressão visual emerge da técnica do graffiti, embora também explore outras formas de pintura em um processo autodidata contínuo. Nos últimos anos tem se consolidado na ilustração digital e na criação de estampas autorais. Suas obras são inspiradas pela vida cotidiana amazônica, destacando o protagonismo de mulheres negras na e da Amazônia, imersas em suas sensibilidades e afetividades.
Yuri Amorim é Bacharel e Licenciado em Artes Visuais pela UFPA, com atuação em exposições e arte-educação. Participou de mostras como Salão Arte Pará, Sesc Universitário e Salão Primeiros Passos CCBEU. Em 2021, foi premiado pelo Museu de Arte de Goiânia e, em 2022, integrou a exposição “O negro na cultura e na história do Pará” no Museu de Arte Sacra. Atuou como fotógrafo, designer gráfico e professor de Arte-Educação na Seduc (2023-25). Atualmente, vive em Belém e desenvolve pesquisa artística que integra a linguagem fotográfica à Cerâmica de Icoaraci.
Xumucuís #5 – Arte Contemporanea Digital Amazônica e Projeto do Museu de Arte Xumucuís, uma produção IMACA – Instituto Museus, Arte e Cinema da Amazônia, uma realização do Programa Funarte Ações Continuadas, Fundação Nacional das Artes – Funarte, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
Coordenação Geral / Deyse Marinho @deysemarinho
Curador / Ramiro Quaresma @ramquaresma
Curador Adjunto / Turenko Beça @turenkoland
